ativa dos irmãos Artur e Artêmio Valente, o Club de Cricket Victória. A principio o cricket era o único esporte praticado, mas já nos anos seguintes o clube foi abrindo espaço para os demais esportes praticados pelo mundo. Remo (1902), futebol (1903), atletismo (1905), tênis (1906) e tiro esportivo (1908). Mais tarde, em 1920, a natação, o pólo aquático, o basquete, o vôlei e o tênis de mesa.
"O teu pavilhão tem feitos de glória"
O clube que nasceu alvi-negro, mudou de cor apenas em outubro de 1901, quando por sugestão de César Godinho Espínola, ex-remador do Flamengo, adotou o rubro negro em seus uniformes. Nessa mesma época, passou a se chamar Sport Club Victoria, já que o cricket não era mais sua única atividade. Em 1905, com a compra de uma sede na Barra, que o Vitória passou a ser chamado de "Leão da Barra". O Leão foi em homenagem aos leões que ainda hoje podem ser vistos na entrada da mansão dos Valente, no Corredor da Vitória, onde o time foi fundado.
Em 13 de setembro de 1903, o rubronegro fez sua estreia no futebol, derrotando o São Paulo-Bahia, time formado por integrantes da Colônia Paulista, por 2-0. De lá pra cá muita coisa mudou e muitas outras histórias passaram a fazer parte da bela tragetória do Leão. Muitos foram os rivais Galícia, Ypiranga e o principal deles, o Bahia, nascido em 1931. Até o começo dos anos 70 eram apenas 8 títulos estaduais
(mais 10 torneios Ínicio e mais 2 Taças Brasil Nordeste), uma torcida fiel que dividia espaço com a do Bahia, à época já em maior número e dos outros rivais, que até aquele momento tinham torcidas consideravéis. Mas nem por isso as conquistas daquela época podem ou devem ser menosprezadas. Pergunte a qualquer rubronegro com pouco mais de 40 anos sobre o Baiano de 72. Você verá brilho nos olhos e a certeza de que é impossível esquecer a gloriosa conquista de Osni, Mário Sérgio e André Catimba, três dos maiores ídolos da história do Leão.
Veio a década de 80, momento de começar a construir um novo Vitória. Em 9 de novembro de 1986, é inaugurado o estádio que muda a história do futebol baiano, o Manoel Barradas, a partida é Vitória 1 a 1 Santos, o estádio é reinaugurado em 25 de agosto de 1991, com o jogo Vitória 1 a 1 Olímpia do Paraguai. Motivo de orgulho da nação rubronegra, o imponente santuário do Barradão passa a representar a força do novo Vitória que toma pela primeira vez na sua história, a hegemonia estadual. Desde a reinuaguração em 91, o Vitória ganhou 13* estaduais, contra 6* do Bahia e 1 do Colo-Colo.
Um querido rival
A década de 90
foi decisiva para que o Vitória entrasse para o hall dos grandes do país do país. O ponta pé inicial foi dado em 92 com o vice campeonato brasileiro da Série B. No ano seguinte o grande salto. Quem esteve na saudosa Fonte Nova na tarde daquele 12 de dezembro de 93, jamais esqueceu. O rubronegro baiano estava na sua primeira final de campeonato brasileiro, e quis o destino que contra a máquina do Palmeiras de Edilson, Edmundo, Evair, Luxembrugo e comapanhia. Apesar da derrota por 1 a 0 para o Palmeiras, nunca esqueci daquela festa, passei a ver o time que via como "o grande rival" com outros olhos.
A música que tomou Salvador naquele período jamais saiu de m
inha cabeça: " A festa já começa na ladeira, o corre-corre, corre-corre sem parar, a torcida rubronegra está chegando, Vitória! Vitória! Faz mai um gol pra me alegrar". E assim o time apelidade de "Brinquedo Assassino" mostrou ao mundo um dos principais trabalhos de divisão de base deste país. O time dos meninos da Toca, tinha Dida, Rodrigo, Vampeta, Paulo Isidoro, Alex Alves e tantos outros garotos que tiveram a responsabilidade de mostrar a nova cara do Leão ao mundo.
Nos anos seguintes vieram mais resultados significativos, o 3º lugar no Brasileirão de 99 eliminando o Vasco nos pla
yoffs e eliminação nas semifinais da Copa do Brasil de 2004 deixavam claro, o Vitória já era sim, um dos grandes do futebol nacional. Os grandes tropeços também vieram e no mesmo 2004, após o "quase" na Copa do Brasil e do tricampeonato baiano, o time que chegou a liderar o Brasileiro daquela temporada, foi rebaixado para Série B e no ano seguinte para a C.
A reconstrução começou e dois após o fundo do poço, o Leão já estava de volta a elite do futebol nacional. O Vitória de tantas histórias tem neste 13 de maio muito o que comemorar e os admiradores deste grande clube, muito o que aplaudir.


Mas, não demorou muito e o esforço rubro negro foi recompensado. Carlos Alberto lançou Apodi que cruzou na cabeça de Ramon. O Reizinho do Barradão já não tem o mesmo pique de antigamente, mas tem a estrela de um grande ídolo e sabe ser decisivo, principalmente em Bavis. Vitória 1 a 0. A torcida vermelha e preta mesmo em menor número fez a festa. E que festa.





Também concordo, mas só em parte com o que diz Balão. Não creio que a torcida seja o cancêr do Bahia, o cancêr de verdade está lá dentro e sinceramente creio que só sairá quando quiser, ou quando medidas mais drásticas forem tomadas. Eu bobo que sou, cheguei a acreditar que sairiam antes de começar essa nova gestão, mas não, ai estão, mudaram algumas peças, mas a essência permanece. Quem acompanhou no noticiário o que falou sobre gestão o ex-craque Leonardo - vide comentários de
Até aqui a bola rolou em 21 rodadas para 126 jogos. A rede balançou 355 vezes, a média de gols é de 2,8 por jogo. Foram 65 vitórias dos mandantes, 38 dos visitantes e 23 empates. Doze times entraram na disputa pelas quatro vagas nas fase seguinte, três chegam na última rodada garantidos, outros dois disputam a última vaga. Outros três clubes lutam para não cair.
O Vitória chega na última rodada como líder do campeonato com sete pontos de vantagem sobre o segundo colocado. O time rubro negro teve durante a competição três treinadores, Vágner Mancini, Mauro Fernandes e Ricardo Silva, e na fase final terá um quarto comandante, Paulo Cesar Carpegiani. O time da Toca do Leão tem o ataque mais positivo do Campeonato com 54 gols marcados, uma média de 2,57 gols por jogo. Também é do Vitória, o artilheiro da competição, Neto Baiano, com 14 gols.









Prefiro não comentar sobre o jogo, a não ser que se os titulares do Bahia já não são lá isso tudo, imaginem os reservas, e o pior, os reservas dos reservas. Quem é Cadu? Thiago Carpini? Juninho?. Vale lembrar também que o único titular em campo, o goleiro Marcelo, falhou duas vezes. Além de Gallo que teima em inventar nas suas substituições. Será que o Bahia não tem um zagueiro reserva? Gallo preferiu tirar um e colocar um volnate, recuando outro volante para a zaga. Mas vou parar por aqui, por que quem melhor definiu o time tricolor foi o narrado Expedito Magrini, do jeito que só ele sabe dizer: HORROROSO!

4º colocado no Campeonato Baiano. 



Depois disso, o jogo ficou ensebado, Gallo mudou mal, sacando Léo Medeiros - substituido de forma acertada, Patrício e Elton, para as entradas de Helton Luiz, Rogério e Paulo Roberto. O erro, em minha opinião foi o fato de tirar do jogo Patrício, que apesar de qualquer coisa é infinitamente superior a todas as outras tentativas frustadas do treinador na posição. Vide Ananias e o jogo de hoje, simplesmente horroso! Mas ai quem resolveu aparecer foi o arbitro Paulo Jorge Figueira, do Rio Grande do Norte. Arbitragem sofrível, lances cabais não marcados. Duas penalidades para o Bahia, no segundo, Paulo Roberto praticamente levou um ipon do adversário, assim como o atacante Ariel, que sofreu uma das faltas mais claras da minha vida e não marcada pela arbitragem, aliás duas, sendo que a primeira foi dentro da área. Penalidade clara, desta vez para o Coritiba. E que o senhor Paulo Jorge Figueira de péssimo domínio do apito, não marcou.
Até então, com pista seca, mas com o circuito rodeado de nuvens dignas de causar inveja aos soteropolitanos que esperam desesperadamente por umas gotas de chuva. Já na saída, Nico Rosberg surpreendeu e pulou de quarto para primeiro enquanto Jenson Button, Jarno Trulli e Fernando Alonso brigavam pela segunda posição. Ainda na primeira volta, Button repassou Alonso rapidamente. Rubens Barrichello pulou para quinto na largada, e ficou preso atrás do espanhol bicampeão, que tinha um carro bastante pesado com o tanque cheio de combustível. Após a primeira rodada de pit stops, a dupla da Brawn colocou as asas de fora, o inglês assumiu a liderança e o brasileiro colou no italiano Jarno Trulli da Toyota.
Na volta 18, a Ferrari trocou prematuramente os pneus de Raikkonen, prejudicando o finlandês. Porém algumas voltou depois a chuva caiu com muita força e todos os pilotos tiveram de entrar nos boxes. Apenas Glock optou pelos pneus intermediários, e se deu bem, chegando a assumir a liderança quando Button parou para colocar os intermediários. O vencedor da primeira corrida parou e voltou na frente do alemão no retorno dos boxes.
