sábado, 30 de outubro de 2010

Obrigado outubro!

23.10: Pelé 70 anos

28.10: Garrincha 77 anos

30 de outubro: Maradona 50 anos

Barradão 500 - A força do caldeirão

Bastaram 45 minutos para o Vitória construir sua Vitória sobre o Vasco e deixar a zona de rebaixamento. O Leão começou com tudo e apenas na etapa inicial fez 3 a 0. No segundo tempo, o Vasco descontou e fez dois, mas o rubro-negro fez mais um. Adaílton, Elkeson, Neto Coruja e Junior marcaram para o Vitória, enquanto Nunes e Fumagalli descontaram para o Vasco.

Mais de 34 mil rubro-negros apoiaram o time durante todo o jogo no jogo que foi o de número 500 o Barradão. Logo aos 2 minutos, Adailton fez uma arrancada espetacular pelo lado direito, entrou na área e de bico abriu o placar. O gol incendiou o Barradão, enquanto o Vasco sequer tinha de fato, entrado na partida. Depois disso, a equipe carioca começou a se soltar em campo, mas o Vitória manteve as rédeas do jogo e chegou ao seu segundo gol após uma falha do goleiro Fernando Prass. Elkeson chutou de longe o goleiro vascaíno aceitou. E antes que o primeiro tempo terminasse Neto Coruja ainda marcou o terceiro.

No segundo tempo, o Vasco voltou melhor e logo no começo, Nunes que havia acabo de entrar, diminuiu, mas antes que a torcida ficasse apreensiva, Júnior tratou de marcar mais um, bem ao seu estilo. O Vasco ainda diminuiu com Fumagalli cobrando falta, nos acréscimos.

Com o resultado, o Vitória foi a 37 pontos, deixou a zona de rebaixamento e está em 14º. O Vasco segue com 42 pontos, em 12º. O time rubro-negro volta a campo na quarta-feira (3), para encarar o Santos, na Vila Belmiro.


Subindo!



Update: Com a derrota do Coxa neste sábado, o jogo desta terça-feira (2), vale a liderança da Série B. A hora chegou!

domingo, 24 de outubro de 2010

Nas contas do Delegado

Por mais estranho que possa parecer, Lopes disse que ao Vitória resta vencer os jogos em casa, os quatro que restam, e assim, escapar da degola. Por isso, a derrota deste sábado para o Botafogo praticamente estava nos planos (?!). Mas se não deu tempo de comemorar a vitória contra o Prudente, não dá pra chorar a derrota diante do Fogão. Resta ao torcedor rubronegro neste domingo, secar o Galo mineiro que enfrenta e o Cruzeiro, e em caso de triunfo, joga o Vitória na zona de rebaixamento. Depois é pensar no Vasco e a obrigação dos três pontos. O Vitória tinha escolha e preferiu um final com emoção. Nos resta acompanhar.

sábado, 23 de outubro de 2010

Receita caseira


O apagão que afetou o Bahia na última rodada, diante do Figueirense, deixou o torcedor baiano com uma pulga atrás da orelha. A diferença para o 5º colocado caiu e a euforia deu lugar à preocupação, mas nada que uma velha receita não resolvesse. O Bahia precisava voltar a vencer, convencer e passar a seu torcedor novamente tranquilidade. Mas, faltava combinar com o adversário, e o perigoso ASA parecia disposto a estragar a festa neste sábado em Pituaçu. O time alagoano sentia a falta do artilheiro Ciel, ainda assim levava muito perigo ao gol do Bahia. O tricolor tinha maior posse de bola, mas não conseguia converter esta superioridade em gols.

Quando em uma falha, do zagueiro Luisão, o ASA parou nas mãos do inspirado Fernando, a receita caseira tricolor ameaçou desandar, mas aí coube a Ávine, símbolo do renascimento atual do Bahia dentro de campo, fazer uma linda jogada individual e abrir o placar. O gol marcado no final do primeiro tempo foi sentido pelo time alagoano e fez o Bahia se tornar o dono do jogo. Na etapa final, o ASA voltou sem a mesma pegada, e o meio campo Didira já não fazia a mesma apresentação que preocupou tricolores na primeira etapa. E a falta de apetite do ASA era justamente o ingrediente que faltava para o Bahia se consolidar em campo.

E o Bahia ainda contava com um mestre cuca, que costuma brilhar aos sábados em Pituaçu, Adriano Michael Jackson. Como no último sábado, o artilheiro tricolor marcou três vezes. O primeiro escorando cruzamento de Arilton, o segundo após jogada individual com uma linda conclusão encobrindo o goleiro Jorge Miguel, e o terceiro de cabeça após cruzamento da esquerda. O segundo hat-trick em sete dias, fez Adriano incendiar as arquibancadas de Pituaçu. Os mais de 22 mil torcedores ainda comemoraram o quarto gol, quando o ASA diminuiu aproveitando uma bobeira do goleiro tricolor, que distraído ainda festejava. Cheio de créditos na casa, Fernando apesar do vacilo foi aplaudido pela torcida. Com a sua tradicional serenidade Márcio Araújo comemorava o feito tricolor.

Por fim, ainda teve tempo, do ídolo e artilheiro do time Rodrigo Gral cobrar um pênalti e de cavadinha marcar o quinto do Bahia, que com o resultado assumiu a terceira posição, com o mesmo número de pontos que vice-líder Figueirense, e cinco a frente do quinto colocado, Sport. O acesso fica cada vez mais perto, a união e comprometimento do grupo fica evidente a cada vitória. Torcida e time parecem um só, tanto na vibração e vontade em campo, como nos momentos de fé e agradecimento após o jogo. Receita pronta e quase servida. O Bahia tem a faca, o queijo e outros ingredientes em mãos. Desta vez, o tricolor não parece disposto a perder a grande oportunidade, sua apaixonada torcida agradece.

sábado, 16 de outubro de 2010

O Bahia da coletividade

Eric Luis Carvalho e Jéssica Maciel

A diferença entre Bahia e Náutico esteve a mostras mesmo antes da bola rolar em Pituaçu. Quando entrou em campo carregando uma faixa em homenagem ao volante Bruno Octávio, que machucou o joelho e está fora do campeonato, o time do Bahia demonstrou união. Sentimento que há muito tempo não era visto pelas bandas do tricolor baiano. O Náutico, que até começou a partida jogando bem, foi na maior parte do tempo, um time individualista. Prova disso foi a expulsão de Tinga – terceira dele no campeonato -, antes da metade do primeiro tempo, em uma atitude que prejudicou o time pernambucano, desmanchando o esquema de Roberto Fernandes. E diante de um adversário qualificado, jogando em casa, com mais de 27 mil torcedores em Pituaçu, e lutando pelo acesso, o individualismo custou caro para o Timbu.

Até mesmo quando usou o talento individual, o Bahia soube jogar em equipe. Vivendo um dos melhores da sua carreira, o lateral Ávine mostrou mais uma vez porque é um dos grandes nomes desta Série B. Os três gols do Bahia passaram pelos pés do camisa 6. No primeiro, um lançamento primoroso para Morais, que também vive uma grande fase, o meia cruzou para Adriano “Michael Jackson” escorar e fazer o primeiro gol do jogo. O Náutico tentou reagir de forma imediata, mas parou no goleiro Fernando. E então dos pés de Ávine saiu uma passe para Hélder que cruzou na cabeça de Adriano. Bahia 2 x 0. Sentindo o golpe, o Timbu praticamente se entregou em campo.

Sem Jancarlos, que deixou o campo machucado, Márcio Araújo precisou improvisar na lateral direita, colocando um volante e liberou ainda mais Ávine para avançar. E foi o lateral esquerdo quem deu um belo passe, em profundidade, para mais uma vez, Adriano marcar. Desta vez, o atacante que nas comemorações dança como o rei do pop, foi rei no quesito frieza. Corte no goleiro, gol aberto, golaço. Hat-trick e festa em Pituaçu.

O Náutico que deixou Alexandre Gallo no meio do caminho, agora deixa com Roberto Fernandes a missão de juntar os cacos. Para isso, precisa de uma dosagem de comprometimento - que deve começar na diretoria e se estender até as arquibancadas. Fernandes que deu esperança de recuperação aos alvirrubros, ao vencer o América-MG nos Aflitos, mas não conseguiu engrenar uma sequência de vitórias, tem condições de fazer um trabalho que permita ao Náutico terminar o ano ao menos de forma digna e sem nenhum tipo de susto.

Enquanto do lado do Bahia, o torcedor que por anos reclamou da falta de um elenco qualificado, hoje comemora ter no gol Fernando, enquanto não pode contar com Renê. Comemora a boa fase de Morais, que assumiu a condição de camisa 10, com as sombras do garoto Vander e de Rogerinho. No Bahia que caminha a passos largos para enfim voltar a Série A, a união parece fazer a força deste grupo. A cada gol, festa dos reservas, dos relacionados, da torcida. A serenidade de Márcio Araújo jogou para escanteio a desconfiança que o torcedor nunca escondeu sentir dele. Restando nove jogos, o Bahia abriu seis pontos sobre o 5º colocado e vê o sonho cada vez mais perto. E sem tirar os pés do chão, o coletivo tricolor parte para as últimas paradas. O momento atual dá mostras que o futuro próximo será de muita alegria.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

A matemática do acesso

Além da confiança do torcedor e do bom futebol jogado, principalmente longe de Salvador, o Bahia tem mais um fator para manter forte a confiança no acesso para a primeira divisão do Campeonato Brasileiro, a vantagem do 4° colocado (Bahia, 48) para o 5° (Sport, 43) é de cinco pontos. Pode parecer pouco, mas a história da Série B mostra que é muito. Desde que a competição passou a ser disputada por pontos corridos, em 2006, esta é a maior distância entre o G4 e a 5ª posição da história da Série B. Nunca uma diferença tão grande foi tirada nessa fase do campeonato. A maior foi conseguida pelo Grêmio Barueri, em 2008, e era de apenas dois pontos.

Naquela ocasião, o hoje Grêmio Prudente, tinha 45 pontos, era 5º, enquanto o Avaí era 4º com 47, no final do Campeonato, o time paulista conseguiu o acesso e o time catarinense permaneceu na Série B. Em 2007, o Vitória também chegou a esta fase da competição fora do G4, porém naquela ocasião, o rubro-negro tinha apenas um ponto a menos que o quarto colocado Criciúma. Por isso, o atual G4, formado por Coritiba, América-MG, Figueirense e Bahia, demonstra neste momento da competição que tem todas as possibilidades de permanecer da mesma forma, até o final do campeonato.

Mas levando em conta, o equilíbrio da atual competição, é importante manter as “barbas de molho”, e os times fora do G4 também buscam nos anos anteriores inspiração para buscar o acesso. Com exceção do ano passado, sempre um clube que não figurava entre os quatro primeiros depois de 27 partidas conseguiu uma das vagas. O problema atual é justamente a grande diferença de pontos. Outro fator que pode beneficiar ainda mais a turma da frente, é que nesta terça-feira (12), o 5º colocado, Sport, enfrenta o 6º, a Ponte Preta, um resultado de empate no jogo de Campinas, combinado a vitórias dos integrantes do G4 pode elevar a vantagem do grupo sobre os principais adversários a uma das vagas para até sete pontos.

A matemática do acesso
Na teoria, o líder Coritiba precisaria de mais quatro vitórias para garantir uma das vagas, enquanto o vice-líder America-MG precisaria de cinco vitórias e um empate, enquanto a Figueirense e Bahia restariam a necessidade de mais cinco triunfos, mas na prática, a depender da pontuação dos adversários, estes números ainda podem mudar.

domingo, 10 de outubro de 2010

A importância do dever de casa

O Bahia venceu o Guarantiguetá, neste sábado (9), em Pituaçu, por 2 a 1 e se manteve firme na luta pelo acesso para a Série A. O Bahia criou boas chances já no começo do jogo, mostrando muita vontade. O veloz ataque tricolor deu trabalho à defesa do time paulista. Everton teve uma grande chance após ser lançado em boas condições por Adriano, mas na hora do chute, a defesa do Guará se recuperou e fez o corte. Na sequência, após grande jogada de Ávine, Adriano ficou na cara do gol e mandou na trave.

Dominando a partida, não demorou muito para o tricolor abrir vantagem. Aos 8 minutos, Marcone começou a jogada e passou para Morais, que achou Adriano entre os zagueiros. Livre de marcação, desta vez o atacante tricolor não desperdiçou e marcou o primeiro do Bahia.

Logo após o gol, o Bahia continuou em cima do Guará, e Jancarlos cobrando falta, quase ampliou. No entanto, quando o time paulista resolveu sair para o jogo, levou perigo ao gol de Fernando, sempre nos contra-ataques. O Bahia voltou a ter chances de ampliar, após jogada de Jancarlos, Adriano perdeu livre, embaixo do gol, uma chances incrível. No final do primeiro tempo, o Bahia voltou a diminuir o ritmo.

Bahia amplia no começo e leva pressão no final

Márcio Araújo voltou do intervalo com o mesmo time e logo no começo da etapa final, o Bahia chegou a seu segundo gol. Aos 3 minutos, Avine foi derrubado na área e juiz marcou pênalti. Morais cobrou com categoria no canto direito, o goleiro Jaílson ainda tocou na bola, mas não conseguiu impedir o gol do tricolor.

Precisando correr atrás do placar, o Guará saiu para o jogo. Em uma das boas oportunidades criadas, Leo Silva fez uma boa jogada e bateu de longe para boa defesa de Fernando. Outra boa oportunidade do time paulista foi com Jonh, que obrigou Fernando a fazer outra grande defesa. Em seguida o Bahia, voltou a tomar as rédeas do jogo e passou a segurar a administrar o resultado.

Mas aos 35, Nem cometeu um pênalti bobo. Guaru cobrou e Fernando fez a defesa, mas no rebote, o mesmo Guaru diminuiu para o Guaratinguetá. No lance, Nem recebeu o terceiro cartão amarelo e não enfrenta o São Caetano, na próxima rodada. Após o gol, o Guará e o Bahia passou a levar sufoco. Para piorar, Morais foi expulso, após se jogar pedindo falta. O final ficou nervoso e o Guará chegou a marcar um gol, mas a arbitragem anulou corretamente marcando impedimento. Apesar do sufoco, o Bahia conseguiu segurar a pressão e conquistou importantes três pontos na luta pelo acesso, para a alegria da torcida tricolor. O Bahia volta a campo na próxima terça-feira (12), contra o São Caetano, às 21h, no estádio Anacleto Campenella, em São Caetano do Sul.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

75 dias

No dia 23 de julho, a torcida do Vitória fez está festa para o embarque dos jogadores para São Paulo, para a disputa da primeira partida da final da Copa do Brasil.



75 dias depois, o time retorna de São Paulo, com a 11ª derrota no Brasileirão na bagagem. O clima é outro, revolta, decepção, perplexidade. É tempo de agir para evitar o mal maior que se aproxima.

Pipoqueiros: Jogadores do Vitória são recebidos sob protesto
TB

O Vitória vive um verdadeiro inferno astral. O time que até pouco tempo disputava a final da Copa do Brasil, com chances reais de disputar a Copa Libertadores da América, atualmente luta para se afastar da zona de rebaixamento do Brasileirão. Na última quarta-feira (06), a equipe baiana sofreu a quarta derrota seguida na competição nacional. Desta vez para o São Paulo, na Arena Barueri, pelo placar de 2 a 0.

Nesta quinta-feira (07), os jogadores do rubro negro baiano foram recebidos com chuva de pipoca no Aeroporto Internacional Luís Eduardo Magalhães, em Salvador. O protesto foi acompanhado por cartazes com os dizeres “Time de moleza”.

Esta não foi a primeira manifestação da torcida. Na última terça-feira (05), os muros do estacionamento dos conselheiros do Estádio Manoel Barradas (Barradão) amanheceram pichados. Entre os alvos do protesto estavam os jogadores, acusados de “baladeiros” e a diretoria do clube.

O Vitória é o 14º colocado do Campeonato Brasileiro, mas pode cair duas posições já que o Flamengo (15°) e o Avaí (16º) jogam esta noite e podem ultrapassar o rubro-negro baiano.

O domador agora é o delegado

Segue o flerte

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Fúria Tricolor?



Na tarde desta segunda-feira (4), pela internet, através do twitter, o perfil do programa Torcedor Oficial do Bahia anunciou que a esperada terceira camisa do clube será lançada em breve e fará uma homenagem um tanto quanto inusitada, ao menos para a maioria da torcida.

A informação ainda não foi divulgada de forma oficial pela assessoria de comunicação do clube, mas segundo o programa Torcedor Oficial do Bahia, o uniforme se chamará Fúria Tricolor e vai homenagear a Espanha, seleção campeã do mundo em 2010. O uniforme será todo vermelho com detalhes em amarelo, como a camisa principal da seleção espanhola, e em outra cor ainda não revelada.

O lançamento está previsto para o final deste mês e a venda será, a principio, exclusiva para torcedores cadastrados no programa. Apesar da colônia espanhola na Bahia ser uma das maiores do país, ainda não foi esclarecido quais as reais ligações do clube com a Fúria espanhola, para tal homenagem. O que deve ser feito no momento do lançamento da camisa.

Tricolor já jogou de camisas vermelhas

No ano de 1964 o Bahia participou de um torneiro em Nova Iorque, chamado ISL (International Soccer League), que foi disputado entre 1960 e 1965 e reunia equipes da Ásia, América do Sul, Canadá e México. O formato se assemelhava ao atual Mundial Interclubes. Naquela ocasião, o tricolor vestiu uma camisa toda vermelha, com gola pólo e ribanas das mangas azuis.

Informações e imagens: camisadobahia.blogspot.com

O dia em que o Bahia ganhou sem entrar em campo ou Um golaço nas urnas


Marcelo Guimarães não se reelege Deputado Federal
Tribuna da Bahia

O presidente do Esporte Clube Bahia e deputado federal, Marcelo Guimarães Filho, apesar da boa votação, com mais de 60 mil votos, não conseguiu se reeleger para mais um mandato na Câmara dos Deputados em Brasília.

A derrota nas Eleições de 2010 foi consequência do coeficiente eleitoral, com a baixa votação da coligação PMDB/PTB/PMDB/PSC/PR/PRTB, pela qual ele saiu candidato.

A coligação da legenda de Marcelo Guimarães Filho só obteve oito cadeiras na Câmera Federal, contra 22 da líder, encabeçada pelo PT. O presidente do Bahia foi o 10º colocado e acabou derrotado, mesmo com 61 mil 800 votos, o 40º candidato na relação dos mais votados para as 39 vagas da Bahia em Brasília.

O presidente tricolor teve mais votos que dois candidatos eleitos. No entanto, o resultado nas urnas pode servir como um alerta ao dirigente. Nas últimas eleições, em 2006, Marcelo Guimarães Filho foi eleito com 93.253 votos.

Uma diferença de 31 mil e 493 eleitores. Déficit similar à capacidade do Estádio de Pituaçu, que o dirigente viu lotado por tantas vezes ao longo de seu mandado como presidente do tricolor.

É tempo de amansar um confuso leão

O presidente Alexi Portela Júnior reuniu-se nesta segunda-feira (4), pela manhã, com o técnico Ricardo Silva e o grupo de jogadores, para cobrar mais comprometimento para tirar o clube da incômoda situação em que se encontra.

Em seguida, na sala da presidência, Alexi Portela Júnior reuniu a imprensa e foi firme em seu comunicado: “Ricardo Silva continua sendo o treinador do Vitória” disse para em seguida acrescentar: “Todos nós sabemos que treinador depende de resultados, mas acho que o treinador não tem culpa dos resultados que estão acontecendo. Os culpados somos todos nós, o primeiro é o presidente e depois, o treinador. Todos nós somos responsáveis e temos que reverter esta situação”.

Portela também disse ser parte integrante do atual fracasso vermelho e preto. “Eu sou o presidente e sou o responsável por isso aí”. Para Portela, é o momento do time reagir urgentemente, já que se encontra apenas a cinco pontos da zona do rebaixamento.

“Não posso esconder que a situação é preocupante e precisamos reagir. Temos que fazer a nossa parte vencendo os jogos e não ficar torcendo para que os outros times percam. O jogo (contra o Grêmio) de sábado, para mim, foi uma vergonha. O Vitória quase que não teve oportunidade nenhuma, o Grêmio teve uma bola de Wallace (lance do primeiro gol) que, infelizmente, isso acontece, e não tivemos poder de reação. O time jogou totalmente sem objetividade e a gente tem condições de reverter. Praticamente não entramos em campo”.
Alexi reuniu-se com alguns dos principais jogadores antes do treinamento desta terça-feira, pela manhã – Bida, Wallace, Kleber Pereira, Vanderson e Ramon – e pediu que o time volte a atuar no Barradão como no primeiro semestre e seja mais competitivo fora de casa.

O presidente ainda negou qualquer tipo de atraso no pagamento aos jogadores, o presidente foi taxativo: “É só vocês conversarem com os jogadores. O que a diretoria prometeu, cumpriu. Se estamos atrasados é um, ou dois prêmios”, disse, enfatizando que o salário do mês de setembro, por exemplo, foi pago antecipadamente. Para finalizar, o dirigente disse que o time precisa ter mais motivação nos próximos jogos e cobrou isso aos atletas, que concordaram com ele.

Só. Só. Somente. Só.

O Duque de Caxias jogava com quatro desfalques, mas o Bahia deixou escapar a oportunidade de pela primeira vez vencer o time do Rio de Janeiro. Jogou no estádio de São Januário e só conseguiu um empate sem gols.

Com o resultado, o Bahia fica na quarta posição da Série B, com 45 pontos, a 5 do líder, o Coritiba, e apenas 2 à frente do 5º colocado, o Sport.

Além disso, teve Jael expulso, por reclamação, após o final da partida.

O tricolor baiano começou melhor que o Duque de Caxias, mas em seguida cedeu espaço.

No segundo tempo a partida caiu de qualidade.

O próximo jogo do Bahia é com o Guaratinguetá, em Pituaçu, dia 9, às 16h.

A verdadeira cara do Grêmio

Eric Luis Carvalho/Lédio Carmona

O Grêmio que entrou em campo para enfrentar o Vitória no Barradão, não tinha sete titulares, mas tinha cara de Grêmio, e acima de tudo, tinha o dedo de Renato Gaúcho. O tricolor que chegou a sua quarta vitória seguida longe de casa, aprendeu a jogar fora do Olímpico. Frio e calculista, o time parecia a vontade nos minutos iniciais. Enquanto o Vitória não se encontrava, o tricolor saiu para o jogo, sem medo de ser feliz. Apesar de ter apenas um atacante em campo, o Grêmio foi mais perigoso nos primeiros minutos e coroado antes da metade do primeiro tempo, após um erro na saída de bola do Vitória. Vacilo de Wallace, gol de Maílson.
Em desvantagem e com as reclamações da torcida, o Vitória enfim resolveu jogar. No entanto, fez muito pouco para quem pretendia vencer. Foram apenas duas chances de perigo, com Ramon e o talentoso garoto Henrique. Enquanto isso, o Grêmio fazia o seu papel de visitante indigesto, explorando os erros do adversário, jogando junto com a revolta do torcedor com o time da casa. Ricardo Silva colocou o Vitória todo para frente, mas o gol parecia longe. Em uma das boas chances, com Thiago Humberto, Vítor que havia saído mal, tratou de lembrar a todos os presentes porque é um dos melhores goleiros dos país.
E assim, o Grêmio copeiro que vai subindo na classificação, assistia ao desespero do Vitória, que perdeu a terceira consecutiva e vê mais uma vez o fantasma da zona de rebaixamento se aproximar. Esperando a hora certa de finalizar o inimigo, o tricolor se segurou como pode e nos minutos finais, em dois rápidos contra golpes, deu números finais ao jogo, com Diego e o excelente lateral Gabriel.
Campanha brilhante no returno, visitante indigesto, um novo Grêmio, do jeito que manda a tradição já se faz presente. Se o sonho do G3 é algo complicado de se alcançar, Portaluppi ao menos já devolveu ao Grêmio a essência de ser Grêmio, de ser grande, e desta forma o tricolor dá pinta que vai até o fim, longe de todo e qualquer perigo.
O mesmo não se pode dizer do Vitória. Depois da luz de alerta, Ricardo SIlva disse que agora f,oi a vez da luz vermelha se acender. É preciso somar pontos, principalmente em casa, para um final de campeonato sem sustos. É preciso agir.

aorigemO Grêmio não tem meio-termo. Sua origem é de decisão, de confronto, atitude e imposição. Não existe Grêmio morno e apático. Foi isso que Renato Gaúcho trouxe à superfície após sua volta ao Olímpico. E o time tricolor que entrou em campo para enfrentar o Vitória, no Barradão, não tinha sete titulares, mas trazia cara de Grêmio. E, antes de mais nada, tinha o dedo de Renato Gaúcho. O tricolor que chegou à quarta vitória seguida longe de casa, aprendeu a jogar fora do Olímpico. Frio e calculista, o time parecia a vontade nos minutos iniciais. Enquanto o Vitória não se encontrava, o tricolor saiu para o jogo, sem medo de ser feliz. Apesar de ter apenas um atacante em campo, o Grêmio foi mais perigoso nos primeiros minutos e coroado antes da metade do primeiro tempo, após um erro na saída de bola do Vitória. Vacilo de Wallace, gol de Maílson.

Em desvantagem e com as reclamações da torcida, o Vitória enfim resolveu jogar. No entanto, fez muito pouco para quem pretendia vencer. Foram apenas duas chances de perigo, com Ramon e o talentoso garoto Henrique. Enquanto isso, o Grêmio fazia o seu papel de visitante indigesto, explorando os erros do adversário, jogando junto com a revolta do torcedor com o time da casa. Ricardo Silva colocou o Vitória todo para frente, mas o gol parecia longe. Em uma das boas chances, com Thiago Humberto, Vítor que havia saído mal, tratou de lembrar a todos os presentes porque é um dos melhores goleiros dos país.

E assim, o Grêmio copeiro que vai subindo na classificação e é o melhor time do returno, assistia ao desespero do Vitória, que perdeu a terceira consecutiva e vê mais uma vez o fantasma da zona de rebaixamento se aproximar. Esperando a hora certa de finalizar o inimigo, o tricolor se segurou como pode e nos minutos finais, em dois rápidos contra golpes, deu números finais ao jogo, com Diego e do lateral Edílson.

Campanha brilhante no returno, visitante indigesto, um novo Grêmio, do jeito que manda a tradição já se faz presente. Se o sonho do G3 é algo complicado de se alcançar, Portaluppi ao menos já devolveu ao Grêmio a essência de ser Grêmio, de ser grande, e desta forma o tricolor dá pinta que vai até o fim, longe de todo e qualquer perigo.

O mesmo não se pode dizer do Vitória. Depois da luz de alerta, Ricardo Sillva disse que agora foi a vez de a luz vermelha se acender. É preciso somar pontos, principalmente em casa, para um final de campeonato sem sustos. É preciso agir.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

O Furacão da eficiência

Desde 14 de julho, quando perdeu para o Cruzeiro, o Atlético Paranaense não conheceu mais nenhuma derrota na Arena da Baixada e, de quebra, buscou pontos fora. O resultado está na classificação atual. Um Furacão eficiente que sem alarde faz campanha brilhante. Contra o Vitória, o time paranaense chegou a seu oitavo triunfo em casa e segue, por que não, sonhando alto.

Para chegar a sua 12ª vitória, o Furacão não teve vida fácil contra o time de Ricardo Silva, que assim como na partida contra o Fluminense, dificultou as coisas. Mas o Furacão soube construir bem a vitória na sua forma de jogar. Branquinho conduzia o time a frente em velocidade e distribuía bem, Guerrón aberto pela direita e o veloz Maikon Leite deixaram a marcação do Vitória perdida, mas apesar o domínio, o time paranaense não conseguia abrir o placar. Então, o ofensivo Furacão de Carpegianni, colocou em prática uma das suas mais fortes jogadas, a bola área e apesar da atenção redobrada pedida por Ricardo Silva, o sistema defensivo do Vitória falhou. Bola de Paulo Baier na cabeça de Rhodolfo, livre de marcação colocar o Furacão em vantagem.


O Atlético poderia ter matado o jogo, mas foi segurando o ímpeto baiano e chegando aos poucos. Calculista, sempre esperando a hora do bote, o Atlético mantinha o jogo sob controle. Assim, Bruno Mineiro apareceu na cara do gol, mas parou em uma milagrosa defesa de Lee. Nos minutos finais, o recuo excessivo do time que mostra toda sua força atacando, terminou deixando o Furacão exposto de forma desnecessária, mas a eficiência paranaense não se repetiu no lado baiano. Nas poucas chances claras criadas, o ataque do Vitória tratou de desperdiçá-las, para desespero do treinador Ricardo Silva. No fim, mais três pontos na conta do Furacão.

A Arena da Baixada segue como um importante reforço na brilhante campanha de recuperação. Carpegianni acertou a mão e na base da eficiência, o Atlético soma pontos e não se enganem, o Furacão chega para incomodar.

Na conta do professor

Em toda jornada há sempre espaço para acidentes de percurso. Nesta terça contra o Icasa, em Pituaçu, o Bahia teve direito ao seu tropeço. Márcio Araújo errou. Escalou mal, mudou de forma equivocada e contribuiu desta forma para o péssimo resultado. Após o jogo, pediu desculpas. Não há tempo para chorar o leite derramado. É preciso juntar os cacos e somar pontos.

No entanto, é preciso reaprender a jogar em casa. Em Pitauçu, os visitantes sempre bem fechados têm explorado bem os contra ataques rápidos. Soma-se a isso, um incrível talento do ataque tricolor em desperdiçar chances de gol, mais a impaciência da torcida e pronto, temos um caldeirão em ebulição, a favor dos adversários. Que no dia 9 contra o perigoso Guaratinguetá, o Bahia tenha aprendido a lição. Antes tem o também perigoso Duque de Caxias, neste sábado no Rio de Janeiro. Após a tempestade, é hora de voltar à bonança.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Um tropeço vendido caro

Confiança em três cores



Um horário atípico. Em plena madrugada de domingo, a torcida do Bahia, mais uma vez, lotou o saguão do Aeroporto Internacional Luis Eduardo Magalhães para prestigiar os jogadores tricolores, após o triunfo sobre o Sport, por 2 a 1, na Ilha do Retiro, que garantiu à vice-liderança da Série B ao time baiano, agora com 44 pontos. Entoando o hit “Vamos subir Esquadrão”, centenas de apaixonados esperavam ansiosos pelo desembarque dos ídolos. Não demorou e o grupo tricolor apareceu no salão de desembarque para delírio da torcida.


O goleiro Fernando foi ovacionado pela galera, que cantava “Uh é paredão, o goleiro do Esquadrão”. O atleta teve dificuldades para driblar a massa tricolor que se amontoava na tentativa de mostrar todo o orgulho pelo atual momento vivido pelo clube.

Quem caiu nas graças do povo foi o garoto Vander. Cercado por pessoas de todas as idades, o meio-campista não escondia o sorriso ao ser abraçado e assediado pelos torcedores. Vander entrou no clima e pulou junto com a torcida, causando euforia na madrugada soteropolitana. A alegria era tamanha, que os jogadores só conseguiram embarcar no ônibus com a ajuda de seguranças.

Mesmo após o embarque no ônibus que levou os atletas rumo ao Fazendão, os torcedores não pararam de cantar o hino do clube e os hits “Vamos subir Esquadrão”, da Torcida Bamor, e “Vamos Tricolor”, do músico Ricardo Chaves. Os jogadores foram aplaudidos pela multidão que seguiu o veículo em carreata, com direito a buzinaço. Como para abençoar o time, no momento em que a delegação deixava a entrada do aeroporto, um tricolor ligou o som do carro e fez tocar o Hino ao Senhor do Bonfim.


Após a festa, a torcida tricolor planejava o próximo encontro com o clube do coração. Será na terça-feira (28), às 19h30, no “PituAço”. O Bahia tem mais um importante compromisso, dessa vez contra o Icasa (CE). O apoio da torcida será fundamental para que a equipe possa dar mais um passo rumo ao acesso à 1ª divisão do futebol nacional. Os ingressos para o confronto já estão à venda na Sede de Praia da Boca do Rio e no Estádio de Pituaçu das 09h às 17h.

domingo, 26 de setembro de 2010

Autoridade tricolor

Não faltaram dificuldades, mas sobrou postura de time grande, e assim o Bahia não tomou conhecimento do Sport e venceu o rubronegro na Ilha do Retiro por 2 a 1, neste sábado. O Sport não perdia há 12 jogos, Geninho não havia perdido nenhuma partida desde que chegou ao time, mas para o tricolor nada disso foi suficiente.

Cheio de desfalques, o Bahia começou com todo gás e logo aos 5 minutos, Mendes deu um passe espetacular para o lateral Diego Correa, que passou pelo goleiro Magrão e colocou o Bahia em vantagem. Com o placar em vantagem, o Bahia continuou bem postado em campo, se defendendo bem e tocando a bola no meio campo. No entanto, o Sport partia para o ataque empurrado pela torcida. Desta forma, no final do primeiro tempo, aos 45 minutos, Daniel Paulista acertou um lindo chute, golaço, empatando tudo na Ilha do Retiro.

No segundo tempo, o Bahia manteve a postura, mas o Sport também levava perigo ao gol de Fernando. Mas, novamente sem chegar diretamente no gol de Fernando. O gol da vitória tricolor saiu aos 23, após uma grande jogada linda de Vander, Morais completou de primeira. Festa da torcida tricolor que foi até a Ilha do Retiro em grande número. Daí em diante, foi só sufoco. pressão do Sport. O tricolor se defendia de todas as formas e ainda perdeu boas oportunidades de matar o jogo nos contra golpes.

No fim, foi só festa, após o apito final, os jogadores comemoram muito o resultado. O Bahia agora já começa a contagem regressiva para o acesso. Faltam 6 vitórias. O coração do torcedor tricolor já bate mais forte, mas é preciso pés no chão. Terça o tricolor já volta a campo e a promessa é de casa cheia em Pituaçu. O Bahia se manteve na segunda posição, já que o líder Coritiba também venceu.

Reencontro em boa hora

Depois da tempestade, com sete rodadas sem vencer, o Vitória reencontrou a fase da bonança e abriu uma boa vantagem sobre os adversários na parte de baixo da classificação. Se a fase não era das melhores, a tabela ajudou e colocou o Leão frente a frente com dois adversários diretos. E aí, o time de Ricardo Silva não decepcionou. Depois de vencer o Galo, foi a vez de vencer o Avaí e abrir oito pontos de vantagem sobre o Atlético-GO, primeiro da zona de rebaixamento.

Contra o Avaí, após mais de 30 dias sem vencer jogando dentro de seus domínios, o Vitória voltou a fazer do Barradão, o seu temido lar, como deve ser. Mostrando desde os primeiros minutos de jogo, quem de fato mandava no pedaço. Júnior, Elkeson e Thiago Humberto foram os autores dos gols na goleada sobre a equipe catarinense. Bem verdade que o Avaí, que chegou à 10ª partida sem vencer, conseguiu desperdiçar chances incríveis, aproveitando o relaxamento baiano. Mas a juventude de Elkson e do excelente Henrique começa a dar liga com a experiência do sempre necessário Ramon Menezes, com eles o Vitória tem tudo para permanecer forte. Na frente, Júnior ainda mantém o faro de artilheiro e diferente de outras ocasiões, Ricardo Silva hoje tem no banco de reservas peças que podem mudar e definir uma partida.

O momento é de encontrar o equilíbrio que faça com que o time repita as últimas boas atuações e some pontos. E assim, o Vitória deve se manter, longe da zona do mal, completando a jornada sem sustos.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Coxa, Bahia, Ponte, Coelho, Figueira, Sport…


Seguindo o seu roteiro de emoção a cada rodada, a terça de Série B manteve a escrita. Personagem constante na competição, o equilíbrio foi mais uma vez o carro chefe nas dez partidas disputadas ontem. Nas últimas três rodadas, a liderança foi ocupada por três times diferentes. A disputa promete ser ponto a ponto, até o final. O Figueirense que começou a 22ª rodada como líder, termina a 23ª fora do G4, em uma prova de que qualquer vacilo pode custar muito caro.

Contra o Náutico, nos Aflitos, o Figueira chegou a sua terceira derrota consecutiva, enquanto o Náutico, que vinha de três derrotas, voltou a encontrar o caminho das vitórias e a sonhar com o acesso. O Timbu de Alexandre Gallo, que chegou a ocupar a liderança por quatro rodadas está a seis pontos do G4, diante do equilíbrio da competição, nada que não possa ser tirado em algumas rodadas, mas será preciso ser o forte Náutico do começo da competição. O mesmo vale para a Portuguesa, que ontem bateu o Santo André e chegou aos mesmos 34 pontos do time pernambucano.

Mas enquanto isso, o favoritismo para o acesso permanece no pelotão dos seis primeiros. A liderança agora é Coritiba, que na Boca do Jacaré, venceu o Brasiliense. Após uma fase de instabilidade, o Coxa de Ney Franco reencontrou o caminho das vitórias e com o reforço do Couto Pereira nesta reta final, tem tudo para manter-se no G4.

Assim como o Coxa, o Bahia tem se mostrado um visitante indigesto, no entanto é em casa que o tricolor tem se atrapalhado. Já foram 13 pontos perdidos em seus domínios, diante de mais de 31 mil torcedores em Pituaçu, o tricolor só ficou no empate diante do perigoso Vila Nova. O time goiano, que nos últimos 15 pontos disputados ganhou 12, jogou de igual para igual com o então líder e após sair na frente, perdeu inúmeras chances de matar o jogo. O Bahia, que também perdeu chances incríveis, só chegou ao empate, nos minutos finais, empurrado pela torcida. No entanto, os empolgantes últimos minutos do tricolor em Pituaçu foram muito importantes. Os tricolores, que mesmo com o tropeço, deixaram o campo sob aplausos dos torcedores que reconheceram a dedicação e entrega do time, ganharam desta forma, uma moral extra para o grande jogo da próxima rodada contra o Sport na Ilha do Retiro.

As duas maiores forças nordestinas na competição estarão frente a frente em um jogo que vale muito. O Leão de Geninho, que não perde há 12 jogos, deixou escapar a chance de pela primeira vez entrar no G4, mas o resultado de empate contra o Icasa no Romeirão, não deve ser lamentado. O time apresentou algumas falhas que ainda precisam ser corrigidas, mas mostrou também que quando a fase é boa, todo santo ajuda e no caso, o santo tem nome, São Magrão, que com grandes defesas segurou o importante ponto para o rubronegro. No sábado contra o Bahia, adversário direto na briga pelo acesso, o Leão terá o reforço do seu caldeirão, e com a Ilha lotada, tudo pode ficar menos complicado. Uma vitória deixará o Sport a apenas um ponto do tricolor baiano. Já uma derrota e o adversário direto, que já venceu seis partidas longe de Salvador, abrirá sete pontos de vantagem. Promessa de jogão em Recife.

Quem também chegou forte para a festa do equilíbrio foi o América de Minas. Em Sete Lagoas, o Coelho venceu o xará de Natal, ganhou mais uma posição no G4 e no melhor estilo mineiro mostra que o acesso é algo possível. Assim como a Ponte Preta, que se recuperou rápido da derrota em casa, no último sábado e somou mais três pontos, diante do bem arrumado Guaratinguetá, voltando ao G4.

Coritiba, Bahia, América-MG, Ponte, Figueirense e Sport, seis forças do nosso futebol que devem protagonizar momentos de pura emoção até as últimas rodadas da série B. No final, dois ficarão pelo caminho, mas a emocionante Série B 2010, já fez o favor de colocar, todos eles, de volta no panteão da nossa história futebolística.

Publicado no Blog do Lédio: Coxa, Bahia, Ponte, Coelho, Figueira, Sport…

sábado, 18 de setembro de 2010

Líder e sem medo de ser feliz

Em Campinas, Bahia e Ponte fizeram um jogo digno do equilíbrio desta Série B, principalmente quando estão em campo fortes candidatos ao acesso. Mas, o Bahia foi mais time, procurou a vitória o tempo todo e este diferencial tricolor, passa pelas mãos de Márcio Araújo.

Ao final do jogo, Márcio falou sobre a partida de forma muito coerente e foi humilde ao dizer que está “apenas” dando continuidade ao trabalho de Renato de Gaúcho. Justiça seja feita ao trabalho de Renato, o Bahia de Márcio, que chegou sob a desconfiança do torcedor, é outro. O Bahia mudou e pra melhor. O time que venceu a Ponte Preta foi um Bahia que foi a frente, sem medo de ser feliz. Como na partida diante da Lusa no Canindé, o Bahia em momento algum temeu atacar o adversário, jogou como grande que é.

A bem arrumada Ponte Preta de Jorginho talvez tenha se surpreendido com a forma de jogar do tricolor. Depois do gol pontepretano de Reis, logo no começo do primeiro tempo, o Bahia dominou a partida, favorecido com a expulsão de um jogador da Ponte. No intervalo, Márcio colocou Morais no jogo e o domínio tricolor cresceu ainda mais. E aí entrou em cena, o jogador que vive a sua melhor fase no Bahia, Ávine. Muitas vezes contestado, quase sempre criticado, Ávine voltou a ser aquele garoto que ainda na base era apontado como uma das maiores jóias do tricolor. Com um belo chute de fora da área, o lateral deixou tudo igual. E de uma lateral para outra, Jancarlos, que chegou, assumiu a camisa 2 e se tornou um dos destaques do time, cobrando falta, com perfeição virou o jogo para o Bahia. Golaço. Gol da virada e que colocou o Bahia na ponta da tabela da série B.

O momento é excelente, a meta está traçada, e a união do grupo coroada com o apoio do torcida comprova que o tricolor está no caminho certo. A hora é essa, a competição entra na fase de afunilamento. Restam 16 jogos, 48 pontos em disputa. Pelas contas iniciais, restam 22 para o acesso. Se para o objetivo resta menos de 50%, a confiança bate na casa dos 100%. Volta, Bahêa!

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Uma volta sem brilho


A letra de “a volta do boêmio” de Adelino Moreira, imortalizada por Nelson Gonçalves, diz: “ele voltou, o boêmio voltou novamente.” Apesar da ocasião não marcar a volta de um boêmio e sim do trabalhador Ricardo Silva, a expressão que dá a sensação de redundância, cabe exatamente no atual momento do Vitória.

A nova volta de Ricardo Silva termina por linhas tortas a consertar um erro da direção que no futuro pode custar caro. Diferente do boêmio de Adelino, Ricardo não “partiu daqui tão contente”, mas voltou com o apoio do grupo, que fez festa para recebê-lo após a queda de Toninho Cecílio.

No entanto pelo que se viu diante do Ceará, mais do que “voltar outra vez”, Ricardo Silva terá uma difícil missão, recuperar o Vitória forte e vencedor que fez do Barradão seu alçapão no primeiro semestre.

No empate sem brilho algum diante do Ceará, o time não foi nem sombra daquele Vitória que não desistia de lutar até o apito final. Que mesmo com um elenco limitado fez do fator Barradão um diferencial. Hoje o elenco está reforçado.

O grupo atual é mais forte que antigo “time de guerreiros” que chegou à final da Copa do Brasil, ainda assim já se vão sete jogos sem vencer. A zona da degola se aproxima de forma perigosa. As vaias da torcida no final do jogo contra o Vozão devem servir de alerta e não como motivo de revolta, com atitudes inconsequentes como a do bom zagueiro Wallace, que fez gestos obscenos para os torcedores. É preciso acordar e voltar a ser Vitória. Que a volta de Ricardo Silva traga mais uma vez ao Barradão todos os ingredientes da felicidade.

Enquanto o Vozão volta pra casa com um importante ponto na bagagem. Longe de fazer uma boa partida, o time cearense, pouco incomodado pelo rival baiano, foi cauteloso e após 4 pontos nos últimos dois jogos, tem tudo para se reencontrar no campeonato.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Divisão de emoção

Se você é daqueles que curtem um suspense, uma indefinição a cada novo ato, uma emoção a cada cena, então bem-vindo à série B. A 21ª rodada foi mais uma marcada pelo equilíbrio.
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O líder Figueirense perdeu para a Portuguesa no Canindé. Após um mês sem vitória, a Lusa se reencontrou, voltou a briga pelo acesso e de quebra segurou o líder. Mas se o segundo colocado, Coritiba ficou apenas no empate jogando em Minas Gerais com o também candidato a uma das vagas, América, o Bahia, que começou a rodada na quarta posição, aproveitou a deixa e em um Pituaçu lotado venceu bem o Ipatinga e agora é vice-líder.

Enquanto isso, o Sport de Geninho e Marcelinho Paraíba chegou. Contra o Guaratinguetá, o rubronegro pernambucano chegou a décima partida consecutiva sem perder. Os três pontos conquistados longe da Ilha do Retiro e diante de um adversário direto na briga pelo acesso mostram que o Leão chegou e chegou pra ficar.

E se o equilíbrio é característica principal da série B 2010, a tabela mostra que emoção não vai faltar. Na próxima rodada, os primeiros colocados se enfrentam diretamente. O líder Figueira recebe o América-MG, enquanto o embalado Bahia pega a Ponte em Campinas, os times tem o mesmo número de pontos. Vida fácil também não terá o Coritiba que pega a Portuguesa.

Muitos aspirantes e apenas quatro vagas. No ritmo atual a série B chegará em dezembro fazendo a festa dos amantes do suspense futebolístico. Mais que uma divisão de acesso, em 2010, a Segundona virou a divisão da emoção!

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Pouco futebol e mais 3 pontos

E que venha a EURO 2012



A Copa acabou, Espanha ganhou e é isso aí. Agora, um novo calendário futebolistico tem inicio e os torneios continentais chegam pra esquentar o mundo da bola. Nesta sexta-feira, tivemos "na vera" o inicio das eliminatórias da EURO 2012, que será sediada em dois países: Polônia e Ucrânia.

O formato da fase eliminatória é bem simples. As 51 seleções do continente (com exceção das anfitriãs) são divididas em 9 grupos, sendo 6 deles com 6 equipes e 3 chaves com 5. Os países jogam dentro de sua própria chave em partidas de ida e volta, classificando-se o 1º colocado de cada grupo. Entre os 2º colocados, aquele de melhor campanha em seu grupo assegura uma vaga diretamente. Dos restantes, será efetuado uma repescagem com chaves de apenas 2 equipes, onde o vencedor estará classificado para o torneio. Esclarecimento: Como existem grupos com mais equipes do que outros, a média das melhores campanhas irá retirar os resultados da respectiva seleção com o 6º colocado do seu grupo.

Regras devidamente explicadas, vamos falar agora do que aconteceu nos grupos A,B e C na primeira rodada das eliminatorias EURO 2012.


Grupo A


Turcos começam com pé direito

Pelo Grupo A, tivemos 2 jogos sem surpresas. Em Astana, a seleção turca venceu sem dificuldades a equipe do Cazaquistão, que desde que entrou na UEFA (antigamente fazia parte da AFC) tem amargado resultados pífios em relação ao seu histórico asiático.

Os comandados de Guus Hiddink abriram o placar aos 24 minutos, quando após uma cobrança de falta e uma cabeçada que acabou na trave, Arda Turan ficou livre para marcar o 1° gol dos turcos. Nem bem comemoraram, e o time Ay Yildiz marcou mais um. Em cobrança de escanteio, Altintop aproveitou-se do rebote e chutou forte de fora da área, marcando um belo gol.

No segundo tempo, os anfitriões até criaram boas oportunidades, mas não conseguiram marcar. Em contrapartida, a Turquia ainda conseguiu mais um aos 31, quando Arda Turan recebeu lançamento na pequena área, dominou e driblando o goleiro Sidelnikov marcou o seu segundo gol na partida. 3 a 0


Na outra partida do grupo, a seleção alemã foi ate Bruxelas e teve dificuldades em vencer a Bélgica. Lês Diables Rouges começaram a partida pressionando no meio-campo, levando perigo ao gol alemão em diversas oportunidades. A forma ofensiva de jogar, mesmo com um atacante na frente, fez com que os dois times se equiparassem por todo o 1º tempo. No inicio da etapa complementar, os alemães começaram a tomar conta de jogo, e aos 8 minutos do 2º tempo, em uma tomada de bola de Schweinsteiger e otimo passe de Muller, Klose sozinho chutou no canto direito do gol belga.


Com o resultado de 1 a 0, os alemães estão em 2º lugar do grupo, perdendo apenas no saldo de gols para a Turquia. Austria e Azerbaijão - que não estrearam ainda - dividem a 3º posição ainda sem pontuar. Belgica e Cazaquistão também não tem pontos, mas diferem no saldo de gols: -1 para os belgas e -3 pros cazaques.


A

Equipes

PG

J

V

E

D

GP

GC

S

Turquia

3

1

1

0

0

3

0

+3


Alemanha

3

1

1

0

0

1

0

+1


Áustria

0

0

0

0

0

0

0

0


Azerbaijão

0

0

0

0

0

0

0

0


Bélgica

0

1

0

0

1

0

1

-1


Cazaquistão

0

1

0

0

1

0

3

-3


Grupo B


Depois foi só bebemorar

No Grupo B, também não tivemos surpresas. Em Yerevan, Irlanda e Armênia fizeram um confronto nervoso, onde apesar dos esforços do time da casa, The Boys in Green conseguiram uma suada vitória por 1 a 0. Aos 31 minutos, Keith Fahey recebeu a bola após boa jogada de Robbie Keane e chutou forte no canto esquerdo armeno. Bom inicio para os irlandeses, apesar de que a equipe comandada por Trapattoni precisa lapidar muito seu futebol para superar um grupo de nível equilibrado.


No outro jogo da rodada, a seleção Russa foi até Andorra, onde sem muito esforço venceu os donos da casa por 2 a 0. Com Arshavin participando da maioria das jogadas da equipe, a Sbornaya chegou ao primeiro gol aos 14 minutos. Depois que o meio-campista efetuou um passe primoroso para Progrebnyak se livrar dos zagueiros e chutar livre pro gol. No segundo tempo, aos 15, o atacante Dzagoev sofreu um penalty infantil provocado pelo goleiro andorrano após outro grande passe de Arshavin. Progrebnyak marcou seu segundo gol no jogo, trazendo mais tranqüilidade da equipe visitante.


Fechando a chave, a Eslováquia não quis ficar atrás dos seus adversários e venceu a Macedônia com gol de Holosko nos acréscimos. A equipe de Vladmir Weiss teve um jogo tumultuado, já que não contava com a presença de atacantes como Sestak e Vittek. Assim, o jogo não foi totalmente um espetáculo, com a equipe da casa sem conseguir chegar efetivamente no ataque e os macedônios reservados apenas em lances de contra-ataque. Quando tudo parecia definido, Holosko aproveitou o cruzamento na área e num lance de puro oportunismo fez o único gol da partida.


Assim, o grupo ficou resumido entre os vencedores e os perdedores. A Rússia consegue uma pequena vantagem graças ao saldo de gols. Irlanda e Eslováquia já demonstram que vão ser adversárias diretas dos russos para a classificação. Lógico que ainda é cedo descartar a Macedônia, que não pode ser desprezada. Armênia promete ser uma figurante “fiel da balança”. Já os Andorranos precisam quebrar a anti-tradição de saco de pancadas para depois pensar em outra coisa.


B

Equipes

PG

J

V

E

D

GP

GC

S


Rússia

3

1

1

0

0

2

0

+2


Irlanda

3

1

1

0

0

1

0

+1


Eslováquia

3

1

1

0

0

1

0

+1


Armênia

0

1

0

0

0

0

0

-1


Macedônia

0

1

0

0

1

0

1

-1


Andorra

0

1

0

0

1

0

3

-2


Grupo C


Um grupo aparentemente fácil, mas que pode surpreender pelo fase de renovação da equipe cabeça-de-chave. Além dos jogos desta sexta-feira, a chave teve inicio no mês de Agosto. Estônia e Ilhas Faroe fizeram a insólita estréia em Tallin, onde o time da casa levou um susto quando aos 28 minutos, Joan Edmundsson se aproveitou da sobra de bola efetuada pelo seu companheiro Fródji Benjaminsen e chutou forte para marcar um gol histórico a seleção Faroense.

Após sucessivas investidas estonianas e uma ótima atuação do goleiro Nielsen evitando o empate, os Sinisargid chegaram ao empate no apagar das luzes, aos 46 do segundo tempo, quando o atacante Saag se aproveitou da falha de marcação para marcar um lindo gol. Antes que os visitantes pudessem se recuperar, a Estônia levou sua torcida ao estase quando aos 48 o capitão Piroja se aproveitou de mais um lance aéreo – e outra falha de marcação – para virar o jogo. 2 a 1.


Após o sufoco da estréia, a Estônia recebeu a tradicional seleção italiana, que tem a meta de apagar a péssima campanha da ultima copa. Porem, os comandados de Cesare Prandelli sofreram muito durante a partida. Logo aos 13 minutos, Sergei Zenjov aproveitou-se do rebote dado pelo goleiro italiano para abrir o marcador em Tallin. A equipe Azzurri não conseguia criar lances ofensivos, mas mesmo assim chegou ao empate, aos 15 do 2º tempo, após excelente cobrança de escanteio de Pirlo na cabeça de Cassano que achou o canto direito do gol adversário. E logo depois, aos 18, em cobrança rasteira do mesmo Pirlo, Bonucci tocou rasteiro para fazer 2 a 1 para a Itália.


Em Tórshavn, as Ilhas Faroe receberam a Sérvia. Enquanto a Landslidid procurava apenas se defender para não tomar gols, a equipe dos Bálcãs voltou a apresentar um futebol aquém das expectativas, mesmo pressionando os faroenses por todo o jogo. Aos 13 minutos, após um bate-rebate na área, Lazovic apareceu sozinho para tocar no fundo do gol. Após quatro minutos, em uma ótima cobrança de falta, Dejan Stankovic ampliou o marcador numa primorosa cobrança de falta. Com a ótima vantagem, o time adversário não conseguiu ao longo da partida apresentar um domínio concreto, ocasionando até a liberdade necessária para que os faroenses esboçassem tímidas jogadas ofensivas. Mesmo assim, aos 46 do segundo tempo, Zigic recebeu ótimo passe do capitão Stankovic e driblando o goleiro Nielsen sepultou a partida em 3 a 0.


Finalizando a chave, Eslovênia foi surpreendida em Maribor ao ser derrotada pela Irlanda do Norte por 1 a 0. O time da casa passou toda a partida desperdiçando ótimas oportunidades de gol, atacando de diversas formas a fraca equipe britânica. Porem, aos 25 minutos do 2º tempo, o Green and White Army quebrou o jejum de 7 jogos sem marcar, quando o jovem Corry Evans – que tinha acabado de entrar na partida – fugiu da marcação eslovena e marcou o único gol da partida. Os donos da casa ainda continuaram atacando, mas não conseguiram concretizar as suas jogadas ofensivas.

Mesmo pela igualdade de pontos, a Sérvia lidera o Grupo C pelo numero de gols marcados, seguido por Itália e Irlanda do Norte. A seleção Estoniana, também com 3 pontos e 1 jogo de vantagem, fica em 4º lugar com saldo nulo. Eslovênia e as Ilhas Faroe ainda não pontuaram, e completam a tabela da chave.

C

Equipes

PG

J

V

E

D

GP

GC

S


Sérvia

3

1

1

0

0

3

0

+3


Itália

3

1

1

0

0

2

1

+1


Irlanda do Norte

3

1

1

0

0

1

0

+1


Estônia

3

2

1

0

1

3

3

0


Eslovênia

0

1

0

0

1

0

1

-1


Ilhas Faroe

0

2

0

0

2

1

5

-4

Fim de Tabu? Mais cerveja, lógico!